Boneca Blythe

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

EXPOSIÇÃO: UM OLHAR INFANTIL SOBRE A MODA , FICA EM CARTAZ ATÉ O MÊS DE SETEMBRO

A exposição : um olhar infantil sobre a moda , ficará aberta a visitação até o mês de setembro , você que não viu, ainda há tempo de conferir. O Museu está localizado na Rua Monsenhor Flaviano, no. 2, no bairro de Politeama, centro de Salvador.
Seu telefone é (071)33217522 site : http://www.institutofeminino.org.br/

sexta-feira, 29 de maio de 2009

EXPOSIÇÃO: UM OLHAR INFANTIL SOBRE A MODA

APRESENTAÇÃO DA ESCOLA BALLET ART DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO ABRILHANTA A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO
VISÃO DA EXPOSIÇÃO
CRIAÇÃO DOS ESTILISTAS RONEY GEORGE E OTÁVIO SAMPAIO
CRIAÇÃO DA ESTILISTA ZIL CROQUÍS DE MODA REALIZADOS NAS OFICINAS
CRIAÇÕES DOS ESTILISTAS MADÁ, SILVERINO OJÚ E NÁLIA PORTELA A PARTIR DOS DESENHOS DAS CRIANÇAS
CRIAÇÃO DA ESTILISTA NÁLIA PORTELA
CRIAÇÕES DOS ESTILISTAS RENATO OLIVEIRA , ROSANA ALVES E ISABELLA VECHIATTI
CROQUÍS DAS CRIANÇAS
CRIAÇÃO DE SILVERINO OJÚ O VESTIDO DA PRINCESA ISABEL DIALOGANDO COM AS CRIAÇÕES DAS CRIANÇAS
GOLA DA CRIAÇÃO DO ESTILISTA RENATO OLIVEIRA CRIAÇÕES DOS ESTILISTAS SILVERINO OJÚ E NÁLIA PORTELA
CRIAÇÕES DA ESTILISTA KITTY COHIN

REINVENÇÕES FEITAS PELOS ESTILISTAS BAIANOS , SILVERINO OJÚ, RENATO OLIVEIRA , KITTY COHIN, NÁLIA PORTELA, ROSANA ALVES, ZIL , ISABELLA VECHIATTI , RONEY GEORGE E MADÁ , ABRILHANTAM A MOSTRA :UM OLHAR INFANTIL SOBRE A MODA , QUE ESTÁ ACONTECENDO NO MUSEU DO TRAJE E DO TÊXTIL .

quinta-feira, 21 de maio de 2009

EXPOSIÇÃO: UM OLHAR INFANTIL SOBRE A MODA



UM OLHAR INFANTIL SOBRE A MODA

A Fundação Instituto Feminino da Bahia, com a preocupação de difundir a cultura de moda, nas mais diferentes formas, em nosso estado, sente-se honrado em, mais uma vez, enaltecer esse segmento, utilizando interpretações do acervo de vestimentas e assessórios dos séculos XVIII ao XX, que fazem parte da coleção do museu do Traje e do Têxtil, produzidas na oficina de arte educação “Brincando e vestindo a história“, uma experiência de educação não formal, desenvolvida com crianças e jovens provenientes de escolas públicas e instituições sociais. A exposição permite ao visitante a observação da riqueza de detalhes e soluções plásticas adotadas pelos participantes da oficina, bem como a variedade de técnicas de representação artística que exploram o espaço bi e tridimensional. A exposição também contará com peças criadas por estilistas baianos, Kity Cohin, Rosana Alves - Josefina, Renato Oliveira, Sillas Figueira, Silverino Ojú, Madá Negrif, Nália Portella, Isabela Vecchiatti e Zil Freire, que reinterpretarão o olhar das crianças sobre a moda, gerando criações que irão compor a mostra, de modo a provocar diálogos com o acervo.
Abertura
dia 27 de maio de 2009 às 17h

Local
Fundação Instituto Feminino da Bahia
R. Monsenhor Flaviano, 02, Politema, Salvador, Bahia

Informações
Tel: 3329-5522 / 3329-5520

terça-feira, 19 de maio de 2009

Como se cria um modelo de Alta Costura?


Um modelo de alta costura é, antes de mais nada, fruto de um longo trabalho artesanal, pois, como explica uma chefe de ateliê: "Tudo reside na técnica: o avesso deve ser tão bonito quanto o direito." Primeira etapa: o desenho. O costureiro realiza uma série de croquis: passados para o ateliê, eles servirão de base para "telas", um termo genérico que designa os modelos realizados sobre uma tela de algodão, em geral cru, sobre a qual serão traçadas linhas e colocadas "bolducs" (fitas), para definir a construção da roupa.A alta costura é um negócio de milímetros: mede-se tudo, de maneira a que o tecido "caia" bem e despose perfeitamente o corpo sem no entanto moldá-lo. Acontece às vezes de os costureiros dispensarem o desenho e cortarem diretamente o tecido: foi o caso de Chanel, ou ainda de Balenciaga, o grande mestre jamais igualado, um dos últimos a serem capazes de cortar, e mesmo costurar como um virtuose... Vem a etapa do tecido, cortado, montado, alinhavado antes de ser costurado, e passado longamente a ferro, pois até a última prova (no manequim), pode-se modificar uma pinça, recomeçar uma montagem de ombro, sob o olhar do costureiro, que vai indicando os seus desejos à chefe do ateliê, a única a ter o "privilégio" de entrar no "estúdio", (o escritório de criação).Existem dois tipos de ateliês: os ateliês "tailleur", em geral reservados às roupas de dia, e os ateliês "fiou", que trabalham de preferência os modelos de noite. Os ateliês são verdadeiras colméias onde trabalham as costureiras mais experientes, suas ajudantes e as "arpettes" (aprendizes): para dar certo, diz-se no ateliê, "um modelo tem que dar a impressão de não ter sido tocado". Principalmente se ele esconde em suas dobras algumas centenas de horas de trabalho. Na véspera do desfile, são acertados os últimos detalhes, faz-se a "limpeza". Centenas de senhoras da costura, supersticiosas, recusam-se a utilizar a linha verde (dá azar). O desfile chega. Os vestidos vão. "A gente os vê partir, são um pouco como nossos filhos. Já Yves Saint-Laurent reconhece: "Quando é colocado o último alfinete, a gente se sente como um órfão."

Laurence BenaïmFonte: http://www.ambafrance.org.br/abr/label/label23/dossier/cou.html

O que é Alta Costura ?


Um modelo deve, ao mesmo tempo, manter e surpreender: sendo uma vestimenta, ele respeita os cânones: sendo uma toalete, ousa insolências. Ele permite a audácia na tradição." Assim falava Christian Dior, o inventor do new look, fixando em seus vestidos o perfume da alta costura: "a arte do bem-feito, o senso do infinito" indissociável da imagem de Paris.O que é a alta costura? É em primeiro lugar um savoir-faire (um saber fazer) ligado a um artesanato que perdura há cerca de cento e cinqüenta anos: a origem da alta costura remonta a Charles Frederic Worth, que criou, em 1858, no nº 7 da rue de la Paix, em Paris, a primeira verdadeira maison de alta costura, criando modelos originais para clientes particulares. A alta costura está ligada ao trabalho artesanal, tanto dos ateliês quanto dos fabricantes de adereços (plumas, bordados, etc...) que, a cada estação, criam os enfeites que vão fazer a exceção.O termo alta costura constitui uma denominação juridicamente protegida e "da qual só podem se prevalecer as empresas que constem da lista estabelecida todos os anos por uma comissão com sede no Ministério da Indústria", observa a Câmara Sindical da Alta Costura. Os principais Critérios, estabelecidos em 1945 e atualizados em 1992, são os seguintes: empregar um mínimo de quinze pessoas nos ateliês, apresentar à imprensa em Paris, a cada estação (primavera-verão e outono-inverno), uma coleção de pelo menos trinta e cinco passagens compostas de modelos .para o dia e para a noite.Quem diz alta costura, diz precisão das linhas: "A alta costura são segredos cochichados de geração a geração..." diz Yves Saint-Laurent, atento em encontrar nas roupas criadas no segredo do "estúdio" o equilíbrio supremo. Se, no prêt-à-porter, uma roupa é estabelecida de acordo com medidas padrão, a roupa de alta costura adapta-se a todas as imperfeições, a fim de melhor eliminá-las (cf. quadro). A alta costura é a arte de montar a gola, ajustar uma manga de tailleur, ou um decote, que dissimulará o ombro caído ou colocará o busto em evidência de maneira admirável... Uma das grandes criadoras francesas deste século, Madeleine Vionnet, definia-se como "um médico da linha". Um vestido exige em média três provas.Existem hoje na França dezoito maisons de altas costura: Balmain, Pierre Cardin, Carven, Chanel, Christian Pior, Louis Féraud, Givenchy, Lecoanet Hermant, Christian Lacroix, Lapidus, Guy Laroche, Hanae Mori, Paco Rabanne, Nina Ricci, Yves Saint-Laurent, Jean-Louis Scherrer, Torrente, Emmanuel Ungaro.A alta costura emprega 4.500 pessoas (das quais cerca de 2.200 operárias nos ateliês); elas eram 35.000 antes da Segunda Guerra Mundial. A alta costura constitui de fato urna realidade econômica: em 1994, o volume de negócios direto, sem taxas, da alta costura foi de 5 bilhões de francos (1 bilhão de dólares), dos quais 73% obtidos com as exportações. Ao lado da atividade sob medida, que representa 6% do faturamento, encontra-se o prêt-à-porter de luxo (33%), o prêt-à-porter masculino (18%), e os acessórios (43%), responsáveis pela presença das marcas francesas no mundo inteiro.
Laurence Benaïm
Fonte: http://www.ambafrance.org.br/abr/label/label23/dossier/cou.html

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Oficina brincando e vestindo a história recebe o Colégio Edvaldo Fernandes


Nesta terça feira , dia 12 de maio , a oficina brincando e vestindo a história , recebeu alunos do 3º ano do Ensino Médio, do Colégio Estadual Edvaldo Fernandes e também contou com a presença do estilista pernambucano , Renato Oliveira , que compartihou com os alunos suas experiências do universo fashion, a oficina foi coroada com a produção de várias reinterpretações do acervo, que vão desde trajes históricos , passando pelas formas de vestir e os modismos do século XX e XXI, através de técnicas artísticas mistas, consistindo na construção de silhuetas recortadas em retalhos de tecidos, com aplicações de miçangas, botões e paêtes , sobre uma surperfície de T N T, os resultados serão conferidos na Exposição que irá acontecer no final do mês de Maio no Museu do Traje e do Têxtil .

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Exotismo e criatividade : pinturas corporais africanas

O fotógrafo Hans Silvester registrou imagens inusitadas de membros de duas tribos africanas, Surma e Mursi, ficou fascinado pela beleza de ambas, que têm um gosto comum pela pintura corporal e enfeites com adereços encontrados na natureza.Para os membros destas tribos, uma folha, uma flor, ou raíz são facilmente transformadas em acessórios e, depois, a decoração é enaltecida com pinturas corporais. As fotos das tribos africanas foram reunidas pelo fotógrafo no livro Natural Fashion (Moda Natural, em tradução livre), lançado pela editora Thames & Hudson.As pinturas corporais das tribos Surma e Mursi são feitas de pigmentos extraídos de pedras em pó, plantas, frutos e barro.